domingo, 21 de novembro de 2010

Uma poesia pela liberdade de se poder ser quem é

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não se pode fingir que nada acontece, que a culpa é dos negros e dos LGBT que estão a ocupar espaços que já tem donos.

Segue uma poesia do Livro Leaves of Grass, de Walt Whitman, traduzida por Bruno Gambarotto em sua dissertação de mestrado:

Não podemos ficar vivendo de mártires, de representantes da violência cotidiana, como se fosse algo normal, aceitável, tolerável. O poder público tem o dever de garantir a segurança das pessoas, tem a obrigação de garantir que todos sejam respeitados. Por isso a necessidade de aprovação de legislação de criminaliza o preconceito homofóbico, assim como ocorre com o racismo. A poesia acima do Whitman retrata a formação da sociedade norte-americana, mas podemos trazer à nossa realidade a luta pela liberdade. Pela liberdade da individualidade. Pela liberdade de se poder ser quem é. Respeitando e sendo respeitado.

"Não há uma cova dos assassinados pela liberdade em que não cresça a semente da liberdade"



Um conto do Marcelino Freire AQUI

2 comentários:

  1. Essa onda de preconceitos é preocupante. E me deixa muito triste, pois o q fica claro é que toda a intolerância vem de uma palavra chamada ACESSO. Ou seja, direitos civis e humanos respeitados só p uma minoria privilegiado. O resto que volte p senzala. Não é? Poetico mesmo poderia sermos nós. Sem rotulos. Adorei sua analise. Vc é brilhante. Te amo.

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  2. Achei super interessante a historia... Pena que eu sempre durmo assistindo filmes kkk'

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